domingo, 12 de dezembro de 2010

XXIII - REFÉM

























REFÉM

Como se colhesse o tempo
O tanto que o entardecer
Colore as tonalidades
Em que são as horas tuas

A resposta que contemplo
Merecesse acontecer
No silêncio das verdades
Que vagueia pelas luas

Quais cenas de primaveras
Entoando mil auroras
Descobrindo meus senões

Fundir-se-iam quimeras
Pano de fundo que adoras
Em meras recordações


Miguel Eduardo-

2 comentários:

marilandia disse...

E o que dizer de "REFÉM", se tais versos as palavras aprisionam?

Teu poemar, Miguel é uno, indissoluto!!!

Beijos.
Marilândia

marilandia disse...

BELÍSSIMA IMAGEM - ESPLÊNDIDAS "TONALIDADES" !!!

Marilândia